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MAL DE ALZHEIMER

MAL DE ALZHEIMER

O que é

Uma doença neurodegenerativa, que causa problemas no funcionamento da memória e da linguagem, além de alterações no comportamento da pessoa. Atinge pessoas a partir dos 50 anos de idade e prejudica a relação de sociabilização e a capacidade de realizar suas atividades cotidianas.

Causas

Os cientistas ainda não sabem dizer exatamente qual é a causa do Mal de Azheimer, mas sabe-se que a idade é o maior fator de risco. O risco de desenvolver a doença também é maior quando se tem antecedentes na família, principalmente em parentes próximos, embora isso não seja determinante.

Sintomas

Cada paciente com Mal de Azheimer é acometido de forma diferente e única. No entanto, o primeiro sintoma mais comum é a perda de memória. Muitas vezes, este sinal é confundido com o problema de idade ou estresse. Com o avançar da doença, vão aparecendo novos sintomas como confusão mental, irritabilidade, agressividade, alterações de humor, falhas na linguagem, perda de memória em longo prazo e o paciente começa a desligar-se da realidade.

Fases

Fase inicial: há somente alguns esquecimentos que não atrapalham a convivência. O doente ainda é independente. Existem dois tipos de esquecimento: o de uma pessoa normal (que consegue lembrar o ocorrido) e de um portador de Alzheimer (não consegue associar).

Fase intermediária leve: o doente começa a depender de outra pessoa, mas ainda há momentos de lucidez. O doente parece com uma criança de mais ou menos de 8 anos, pois outra pessoa precisa lembrar de algumas rotinas, como tomar banho, por exemplo.

Fase intermediária grave: exige um cuidado intenso, porém o doente ainda pode ajudar em suas atividades.  As relações com as pessoas ficam prejudicadas e a perda de memória é mais intensa.

Fase terminal: o doente está completamente dependente de outra pessoa. Nesse momento, ele já está de cama, tem dificuldade em comunicar-se, alimentar-se, higienizar-se, entre outras tarefas. Muitos dos portadores não chegam a essa fase, por somatizarem outras doenças como diabetes, hipertensão e câncer.

Diagnóstico

Quando a suspeita recai sobre a Doença de Alzheimer, o paciente é submetido a uma série de testes cognitivos, radiológicos, avaliações neuropsicológicas, fonoaudiológicas e exames de neuroimagem para comprovação. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado garantem ao paciente uma vida mais longa e com maior qualidade.

Tratamento

Não há tratamento capaz de impedir ou curar a doença.  Nas etapas iniciais e intermediárias, predominam as técnicas de reabilitação, as táticas de readaptação e os psicofármacos. No estágio avançado, o tratamento é voltado para a coexistência de doenças  e para os cuidados de enfermagem. O doente também precisa de muito carinho e atenção da família.

Quanto mais cedo o Alzheimer for identificado, mais tempo o paciente manterá suas funções cognitivas preservadas.

A evolução da doença pode ser controlada com a mudança de hábitos cotidianos, acompanhamento profissional e medicação. Durante o tratamento, o paciente deve fazer estimulação cognitiva e exercícios para melhoria funcional com terapeuta ocupacional e fisioterapeuta. Além disso, também deve ser acompanhado por nutricionista, fonoaudiólogo e assistente social.

Prevenção

Não há prevenção, porém os especialistas recomendam um envelhecimento saudável: investir em alimentação rica em frutas, legumes e óleos vegetais ricos em ômega 3, desafiar a mente todos os dias (com jogos, palavras-cruzadas, etc.) e regular o estresse.

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