
São dilatações das artérias, sendo a mais freqüente a da aorta abdominal (acomete 5% dos homens acima dos 55 anos e afeta em menor proporção as mulheres). É uma doença perigosa que, na maior parte dos casos, não apresenta sintomas. Geralmente sua descoberta acontece por acaso no exame clínico ou ultra-som.
O tratamento consiste em cirurgia para evitar que elas se rompam (causa grande perda de sangue e leva a morte mais da metade dos doentes) ou provoquem embolias (obstrução súbita e total do fluxo sangüíneo em uma artéria devido a presença de coágulos).
A obstrução da aorta ou das ilíacas (divisão da aorta que conduz o sangue para os membros inferiores e a pelve) gera isquemia dos membros inferiores ou úlceras nas pernas, podendo chegar à gangrena e à amputação da perna ou da coxa. Esse processo pode ser interrompido com técnicas para desentupir as artérias ou implantação de pontes de safena para melhorar o fluxo sangüíneo.