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• Doenças Vasculares:
venosas (as indesejáveis varizes, que afetam 50% da população mundial) e arteriais (arteroescleroses, aneurismas, derrames cerebrais, obstruções arteriais e embolias);
• Hiperidrose:
sudorese excessiva;
• Fisioterapia vascular:
edemas (inchaços por causas diversas) |
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ANGIOPLASTIA
Antigamente, a angioplastia era indicada para pacientes com obstruções importantes em uma única artéria coronária. Com o progresso da experiência e o avanço tecnológico, as indicações foram ampliadas e um maior número de pacientes passou a ser beneficiado pela técnica.
Hoje o procedimento pode ser aplicado também aos portadores de obstruções em mais de um vaso e de lesões de pontes de veia safena. Vários pacientes, entre eles os diabéticos, que há algum tempo teriam indicação formal para cirurgia de revascularização, são agora tratados de forma igualmente eficaz pela angioplastia.
A diabetes é uma doença que atinge 7 milhões de brasileiros e pode levar a comprometimento dos vasos arteriais, principalmente dos de médio e pequeno calibre (abaixo do joelho).
Quando o diabético desenvolve uma falta de circulação grave, isto pode colocar em risco seu membro inferior. As complexas cirurgias, que podiam trazer necrose e até mesmo infecções (chegando até à amputação do membro), foram substituídas por uma angioplastia com balão longo abrindo os vasos da perna e salvando os membros. Trata-se de um procedimento sem incisões com um punção na virilha e passagem de cateter até a área doente.
O procedimento demora, em média, 40 a 60 minutos e não traz ao paciente desconforto maior do que a própria cinecoronariografia. Há uma chance média de 95% a 98% de se conseguir a dilatação com sucesso. O paciente permanece internado de 24 a 48 horas, exceto nos casos em que a dilatação é praticada na vigência de quadros agudos (angina instável e infarto do miocárdio), que podem prolongar esse período para até 7 dias. Durante a internação, são realizados exames de sangue e eletrocardiogramas.
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