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• Doenças Vasculares:
venosas (as indesejáveis varizes, que afetam 50% da população mundial) e arteriais (arteroescleroses, aneurismas, derrames cerebrais, obstruções arteriais e embolias);
• Hiperidrose:
sudorese excessiva;
• Fisioterapia vascular:
edemas (inchaços por causas diversas) |
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HALITOSE

O que é
Conhecida como mau hálito é uma condição anormal do hálito que se altera de forma desagradável, revelando desequilíbrio no organismo. No Brasil, pesquisas mostram que aproximadamente 30% da população sofrem com este problema, ou seja, cerca de 50 milhões de pessoas.
Causas
90% dos casos têm origem bucal e são provocadas por placas bacterianas retidas na língua, baixa produção de saliva, doenças da gengiva e má higiene. As razões sistêmicas representam os outros 10% dos casos e são problemas crônicos como diabetes, problemas otorrinolaringológicos, renais e prisão de ventre. Raramente é causado por mau funcionamento do estômago.
Conseqüências
Pode restringir o indivíduo socialmente, diminuir a autoconfiança, interferir nos relacionamentos e no desempenho das atividades do dia-a-dia. Pessoas preocupadas com o mau hálito costumam falar olhando para baixo, encobrem a boca com as mãos e chupam balas para mascarar o odor.
Como identificar
O mais indicado é visitar o dentista. Porém é possível fazer um auto-exame da língua na frente de um espelho, verificando se há saburra lingual (camada esbranquiçada ou amarelada que se deposita no fundo da língua). Esfregue sobre a língua uma gaze, observe a coloração e depois cheire. Se houver odor fétido, está confirmado o problema. Outra alternativa é perguntar a alguém de confiança, em diferentes horários, se ela percebe alguma alteração no hálito.
Tratamento
Se o problema for apenas lingual e bucal, pode ser resolvido com uma higienização adequada. As três medidas caseiras mais importantes são: escovar pelo menos três vezes ao dia com um creme dental antibacteriano com flúor, usar fio dental e limpar a língua com um raspador diariamente. Já as halitoses causadas por problemas sistêmicos devem ser tratadas por especialistas.
Prevenção
- Visitar o dentista a cada seis meses, evitando assim problemas dentários e gengivais como tártaro e sangramentos;
- Fazer uma higiene bucal adequada - incluindo a limpeza da língua e evitando o uso de soluções para bochecho com álcool na composição;
- Use alimentos “detergentes”, como maçã, laranja, abacaxi cenoura, que “varrem” a parte superior da língua e do esôfago, evitando a retenção de restos alimentares;
- Ingerir bastante água (média de 2 litros/dia);
- Realizar refeições a cada três horas (o jejum prolongado pode comprometer seu hálito);
- Evitar o consumo excessivo de alimentos com odor carregado ou contendo enxofre em sua composição (exemplo: alho, cebola, picles, repolho, couve e brócolis), gorduras/ frituras em geral, de ação estimulante (café, refrigerantes e achocolatados) e ricos em proteínas (carne vermelha, leite e derivados);
- Evitar álcool e fumo em excesso;
- Reduzir o estresse.
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