É um distúrbio caracterizado por sudorese excessiva, comum em mais de 1% da população geral. Pode ocorrer no rosto e crânio, nas mãos, axilas e/ou nos pés. Embora ninguém entenda o mecanismo exato porque isto ocorre, o suor intenso e incontrolável gera embaraço e fobia social.
A hiperidrose é causada por um aumento na atividade do sistema nervoso simpático. A retirada ou corte dos nervos que controlam as glândulas sudoríferas e o rubor facial curam os sintomas associados a hiperidrose.
Os tratamentos clínicos – como soluções e cremes dermatológicos - são paliativos e temporários. Apenas o procedimento cirúrgico é considerado definitivo e irreversível. A operação é pouco invasiva e deixa cicatrizes mínimas no tórax.
Podem ocorrer dois efeitos colaterais: secura das mãos nos primeiros meses após a cirurgia, que pode ser remediada com cremes hidratantes, e aumento da sudorese em outras áreas do corpo (costas, coxas, peito e abdome) quando expostas a temperaturas mais elevadas. A decisão com relação à cirurgia depende inteiramente do nível de aflição e desconforto relatado pelo paciente.