O tratamento pode ser preventivo (diminui o aparecimento de novas varizes) e curativo (elimina as já existentes). É importante lembrar que varizes não voltam depois de tratadas, são outras que aparecem e é por isso que o tratamento deve ser contínuo.
| Escleroterapia |
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Conhecida como "aplicação” destina-se à eliminação dos vasinhos. Um líquido muito concentrado é injetado através de microagulhas dentro do vaso, alterando as células e fazendo com que ele desapareça. Existem muitas substâncias que podem ser usadas e uma das mais empregadas é a glicose em função da grande tolerância dos pacientes e por não causar alergia. Não provoca dores fortes. |
Crioescleroterapia
Surgido na Europa e trazido para o Brasil há cerca de cinco anos, é um novo método para tratar os pequenos vasos. Ela utiliza os mesmos produtos da escleroterapia normal, porém o líquido é injetado com temperatura de 40º C abaixo de zero o que potencializa o efeito da substância química e elimina o vasinho. As vantagens são: redução do número de sessões, diminuição da dor (pelo efeito analgésico do frio) e diminuição dos hematomas.
| Laser |
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Aparelho de luz intensa que é absorvida pelas células do vaso sanguíneo, sem lesar outros tecidos ao seu redor. A temperatura aumenta e o calor elimina o vaso. O procedimento é realizado no consultório, sem a necessidade de anestesia e internação. É muito indicado para os vasos do rosto e pequenos vasos do colo. |
Microcirurgia de grupos de vasinhos
Para os vasos em forma de cacho de uva ou galhos. Consiste em retirar a veia matriz com anestesia local para impedir o retorno inverso do sangue. Feito isso, os vasinhos são tratados com uma ou duas pequenas incisões com menos de 1 mm (sem necessidade de sutura). O paciente retorna para casa no mesmo dia e só precisa de dois dias de repouso.
Microcirurgia com anestesia local
É indicada para os casos mais leves de microvarizes na parte interna do joelho e coxa ou na frente da perna. Pode ser feita no hospital ou na clínica com o uso de anestesia local. As microvarizes são retiradas com pequenas incisões feitas com o auxílio de microganchos. É necessário um período de repouso não prolongado, usualmente de três a quatro dias.
Microcirurgia com anestesia peridural
Similar ao tratamento com anestesia local, é recomendada para quem apresenta grande quantidade de microvarizes. A cirurgia é feita no hospital e a alta ocorre no mesmo dia.
Flebectomia ambulatorial com anestesia local
Destinada a pacientes com varizes colaterais de médio ou grande calibre, porém em pequena quantidade. As veias são retiradas no hospital ou na clínica com anestesia local e o paciente volta para casa no mesmo dia.
Cirurgia convencional de varizes
Indicada para portadores de varizes de médio e grosso calibre - a necessidade ou não de internação vai depender da extensão do procedimento e a alta pode ocorrer no mesmo dia ou 24 horas após o procedimento. Consiste na retirada das safenas doentes (similares às raízes das árvores) e no tratamento dos “troncos” (ramos colaterais) e “galhos” (microvarizes). O repouso é mais prolongado, de 7 a 30 dias.
| Cirurgia para varizes com laser endovascular (ELVES) |
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Trata as varizes de maior calibre sem extrair as veias e tem como vantagens: menor riscos de lesões neurológicas, inchaços, hematomas e redução no tempo de internação. O endolaser atua por meio de uma fibra ótica que age dentro do vaso. A temperatura do sangue é elevada, o calor, transferido para a parede da veia, provocando sua selagem (fica inativa). O equipamento é aprovado pelos órgãos de saúde europeus e americanos e também pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Pode ser utilizado na clínica ou no hospital. |

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